sexta-feira, 5 de junho de 2009

o mundo num grão de areia

Sair de casa com esta chuva faz-me logo lembrar a música "Santa Chuva" de Maria Rita. E ainda ontem escrevia sobre as cores de verão e a sua simplicidade, entre o branco e o azul, e a vontade de ir à praia mergulhar no mar. Mas as sandálias não saiem dos pés e esta é que não me sai da cabeça. (...) É, o amor é lindo.

domingo, 10 de maio de 2009

ainda vai haver um tempo em que não me vou lembrar do que é passar fins de semana a estudar.
o que vale é que gosto deste tempo, meio xoxo, como os beijinhos que se davam quando eramos mais pequeninos.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

eu: agora.

ando por aí, a descobrir-me, a fechar ciclos, a viver o amor. Para a semana haverá coisas muito importantes a acontecer. Com a esperança de que tudo corra bem. Trabalho a força e a segurança. E esta música, agora, deixa-me sempre bem disposta.

teatroàparte apresenta "Guarda-Sol Amarelo"



GUARDA-SOL AMARELO
uma criação colectiva
com encenação de Gonçalo Amorim
e dramaturgia de Ana Bigotte Vieira



O grupo de teatro da Associação de Residentes de Telheiras teatroàparte apresenta uma nova peça em Maio de 2009.
No Auditório da Biblioteca Orlando Ribeiro em Telheiras.
Actuações a 15 Maio 22h 16 Maio 22h 22 Maio 22h (inserido na Mostra de Teatro do Lumiar) 23 Maio 16h e 22h 29 Maio 22h 30 Maio 22h
Reservas e Informações 96 55 77 545

teatroaparte@sapo.pt


Há um guarda-sol amarelo na mitologia da Associação de Residentes de Telheiras, entretanto, tornado seu símbolo gráfico. Mas o mito do guarda-sol amarelo, difundido na pequena brochura, é também uma realidade materializada. Sempre que alguma coisa está para acontecer, há uma campanha em curso, ou se torna urgente gerar mobilização, os chapéus abrem-se nas esquinas de maior movimento.
[Ana Contumélias]
Guarda-Sol Amarelo é uma meditação sobre a cidade feita por 30 cabeças, 60 mãos, algumas miniaturas, umas maquetas. É sobre estarmos aqui. E é uma espécie de construção em andares da nossa história recente (os 35 anos desta democracia) feita em cima dos mapas emotivos das ruas por onde andamos.


O grupo teatroàparte (com o nome Pó de Palco até 2003) foi fundado em Novembro de 1997, no âmbito das actividades lúdicas e culturais da Associação de Residentes de Telheiras (ART), mas rapidamente a sua gestão se tornou autónoma. Actualmente é constituído por cerca de 24 elementos activos. O grupo foi orientado por Susana Graça Oliveira (1997/1998), Fernando Ascenção (1998/1999), Rui Catarino (1999/2000), Pedro Carmo (2000-2004) e Jorge Parente (2005-2007). Desde Fevereiro de 2008, tem vindo a ser orientado por Gonçalo Amorim. O teatroàparte está registado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial.
http://teatroaparte.no.sapo.pt


Ficha técnica

Guarda-Sol Amarelo, uma criação colectiva

Encenação Gonçalo Amorim
Dramaturgia Ana Bigotte Vieira
Produção Ana Maria Duarte Clara Agapito Filipe Matos Inês Machado José Miguel Lopes Mariana Sousa Raquel Albino
Espaço Cénico Raquel Albino
Apoio aos Figurinos Maria João Castelo
Vídeo Frederico Lobo
Luz Frederico Lobo e Gonçalo Amorim
Som Paulo Teixeira
Fotografia Raquel Albino
Grafismo Catarina Lourenço, Leonor Costa, Raquel Albino

Elenco Ana Contumélias, Ana Maria Duarte, Ana Marques da Silva, Catarina Lourenço, Catarina Ribeiro, Clara Agapito, Diana Melo, Filipe Matos, Henrique Morujo, Inês Machado, José Miguel Mendes Lopes, Leonilde Timóteo, Leonor Costa, Luís Pato, Maria do Céu Bártolo, Mariana Sousa, Miguel Gaspar, Pedro Conde, Pedro Rocha, Renato Borges, Rita Aveiro, Susana Vargas

sexta-feira, 10 de abril de 2009

pensamentos de hoje

acordar tarde sem ti não tem a mesma piada, mas sabe-me bem. e ficar horas no café à conversa com os amigos também, especialmente no café do monte, onde o tempo, às vezes, parece parar.
custa ir a casa da avó e vê-la cada vez mais perdida no mundo, dia após dia a perder referências e a deixar cair as suas memórias mais próximas, agarrando-se às mais antigas. também eu às vezes me sinto a perder algumas referências, mas aí é uma escolha, uma opção de vida, em que procuro, e cada vez mais, a minha essência e tento desprender-me daquilo que nos impingiram como sendo nosso. 
tenho tarefas para fazer e a minha cama chama por mim, aliciando-me com uma sesta, mas vou ser capaz de lhe resistir.